Delegado Wladney José | Reprodução TV Pajuçara
A Polícia Civil de Alagoas investiga um ex-vereador de Delmiro Gouveia, por suspeita de liderar um esquema de estelionato envolvendo a locação e revenda irregular de veículos no estado. As apurações também incluem o irmão e a sogra do ex-parlamentar. Segundo os investigadores, o esquema operava há pelo menos dois anos e movimentava altos valores…
A Polícia Civil de Alagoas investiga um ex-vereador de Delmiro Gouveia, por suspeita de liderar um esquema de estelionato envolvendo a locação e revenda irregular de veículos no estado. As apurações também incluem o irmão e a sogra do ex-parlamentar.
Segundo os investigadores, o esquema operava há pelo menos dois anos e movimentava altos valores financeiros. O grupo alugava veículos em locadoras, quitava apenas as primeiras parcelas e, posteriormente, revendia os automóveis a terceiros. A polícia ainda apura se os compradores tinham conhecimento de que os carros pertenciam a empresas de locação.
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Nesta quarta-feira (4), os policiais recuperaram o terceiro veículo relacionado à investigação. De acordo com a corporação, o automóvel estava em posse da sogra do ex-vereador e foi localizado na região da Rota do Mar, nas proximidades do bairro Benedito Bentes, em Maceió. Os outros dois veículos já haviam sido encontrados em ações anteriores.
A mulher prestou depoimento na tarde desta quarta na Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Conforme a Polícia Civil, algumas vítimas já compareceram à delegacia, prestaram depoimento e devolveram os carros de forma voluntária.
“A investigação ocorre há meses. Eles pagavam alguns meses de aluguel e, depois, a vítima descobria que o veículo estava com restrições. Já localizamos dois carros anteriormente e hoje recuperamos o último”, informou o delegado Wladney José, em entrevista.
A Polícia Civil trata o ex-parlamentar como principal suspeito de liderar o grupo e também apura possíveis vínculos com agiotas. As diligências seguem em andamento para identificar, localizar e prender outros envolvidos.
Os investigados podem responder pelos crimes de estelionato, fraude e desobediência. Somadas, as penas podem ultrapassar oito anos de prisão, sem possibilidade de fiança.
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