Foto: Reprodução/Arquivo
Um despertar no meio da madrugada virou um pesadelo real para uma mulher. Ao sentir um peso estranho sobre o corpo na cama, ela pensou que fosse um dos cachorros da família. Segundos depois, descobriu que, na verdade, estava com uma cobra de cerca de 2,5 metros enrolada sobre ela. ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS…
Um despertar no meio da madrugada virou um pesadelo real para uma mulher. Ao sentir um peso estranho sobre o corpo na cama, ela pensou que fosse um dos cachorros da família. Segundos depois, descobriu que, na verdade, estava com uma cobra de cerca de 2,5 metros enrolada sobre ela.
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O caso, que aconteceu na Austrália e ganhou repercussão internacional após entrevista à imprensa, voltou a viralizar nas redes sociais pelo nível de sangue-frio da vítima e pelo risco da situação dentro de casa.
CONFUNDIU A COBRA COM CACHORRO
A mulher contou que acordou parcialmente sonolenta e estendeu a mão para acariciar o que imaginava ser um dos cães do casal, que costumam dormir na cama. Em vez de pelos, sentiu uma superfície fria e firme.
Logo em seguida, ouviu o alerta do marido: “Não se mexa. Tem uma píton de uns 2,5 metros em você.”
O susto foi imediato. Mesmo em choque, ela conseguiu manter o controle e evitar movimentos bruscos.
PRIMEIRA REAÇÃO FOI SALVAR OS CÃES
Segundo o relato, a prioridade foi evitar que os animais de estimação entrassem em confronto com a cobra. Rachel pediu ao marido que retirasse os dálmatas do quarto antes de qualquer outra ação.
De acordo com ela, se os cães percebessem a presença do réptil, poderia haver ataque e reação defensiva, com alto risco de ferimentos.
COMO A COBRA ENTROU NO QUARTO
O animal foi identificado como uma píton-carpete, espécie não venenosa relativamente comum na Austrália e que costuma se alimentar de pequenos animais, como aves e roedores.
A suspeita é que a cobra tenha entrado pela janela, passando pelas persianas, e chegado até a cama, que fica posicionada logo abaixo da abertura.
Rachel relatou que o animal era tão grande que, mesmo enrolado em parte do corpo dela, ainda sobrava cauda para fora. Com movimentos lentos, ela conseguiu se desvencilhar da cobra e conduzi-la de volta até a janela, permitindo que o animal saísse pelo mesmo caminho de entrada.
A vítima atribui o autocontrole ao fato de ter crescido em área rural, acostumada à presença de serpentes, e saber que movimentos bruscos podem provocar reação defensiva.
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