Agentes da PF cumprindo mandatos de busca e apreensão — Foto: Divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a Operação Classificação de Risco para investigar suspeitas de abuso sexual infantil envolvendo um médico pediatra de 27 anos, que atua nas redes pública e privada de saúde em Angra dos Reis e Rio Claro, no Sul Fluminense. O profissional foi preso temporariamente durante a ação. Os agentes cumpriram…
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a Operação Classificação de Risco para investigar suspeitas de abuso sexual infantil envolvendo um médico pediatra de 27 anos, que atua nas redes pública e privada de saúde em Angra dos Reis e Rio Claro, no Sul Fluminense. O profissional foi preso temporariamente durante a ação.
Os agentes cumpriram um mandado de prisão contra o médico e três mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, todos em Angra. As diligências ocorreram na residência do investigado, em uma unidade de pronto atendimento da rede pública e em um hospital particular. Materiais considerados de interesse para a investigação foram apreendidos e serão analisados pela perícia.
Segundo a PF, as investigações começaram a partir de monitoramentos voltados à identificação de atividades suspeitas relacionadas ao armazenamento e ao compartilhamento de arquivos com cenas de abuso sexual infantil na internet. A partir dessas diligências, os agentes identificaram o suspeito.
As investigações apontaram indícios de aliciamento de crianças e adolescentes para fins sexuais, com atuação predominante em Angra dos Reis e Paraty.
Segundo apuração do GLOBO, o desdobramento das investigações indicou ainda a possível participação de um professor da rede pública, que foi conduzido para prestar esclarecimentos e liberado em seguida. A Polícia Federal informou que as apurações continuam para verificar a extensão do eventual envolvimento e esclarecer os fatos relacionados a essa nova linha investigativa.
O médico foi encaminhado ao sistema penitenciário do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. Ele poderá responder por armazenamento de mídias com cenas de abuso sexual infantil, estupro de vulnerável, exploração sexual infantojuvenil e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar possíveis vítimas e outros envolvidos.
De acordo com a PF, a Operação Classificação de Risco faz parte de um conjunto de ações realizadas em Angra dos Reis para combater o abuso sexual infantil e crimes praticados no ambiente virtual.
Fonte:Source link


