Alerta de fofura! Nem só de técnica e resistência vivem os Jogos Olímpicos de Inverno. A participação de Eduarda Ribera e Bruna Moura no sprint feminino por equipes do esqui cross-country, nos Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026, nesta quarta-feira (18), ganhou um capítulo inusitado.
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Um cachorro invadiu a pista e cruzou a linha de chegada praticamente junto com a dupla brasileira.
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E um cachorro que entrou no meio da pista na quali do sprint por equipes?
Ele cruzou a linha de chegada e mostraram até o photo finish dele hahaha pic.twitter.com/wnbvT6Bp0q
— Os Olímpicos 🇧🇷 (@osolimpicos) February 18, 2026
Sensor enganado e susto na classificação
A cena curiosa foi além do susto: interferiu diretamente na cronometragem da prova. No momento exato em que o animal se aproximava da linha de chegada, o sensor eletrônico o confundiu com a atleta e registrou o tempo de forma equivocada.
Por alguns minutos, o placar indicava um surpreendente 12º melhor tempo para a brasileira, uma escalada improvável de 14 posições em relação ao cenário esperado da bateria. A “virada” chamou atenção, mas logo a organização identificou o erro: o sistema havia captado a passagem do cachorro, não da competidora.
Após a revisão oficial, Eduarda foi reposicionada em 24º lugar, com o tempo de 3min55s66c nos 1,5 km, ficando fora da zona de classificação para a final.
Quem era o invasor?
O responsável pelo momento inusitado foi Nazgûl, um cão-lobo que vive nas redondezas da região de competição. Mesmo com as barreiras de segurança, ele conseguiu acessar a pista e ainda correu atrás de duas atletas, a grega Konstantina Charalampidou e a croata Tena Hadzic, antes de cruzar a linha de chegada.
O animal, que estava de coleira, foi rapidamente recolhido pelos organizadores, evitando novos incidentes.
Melhor marca brasileira em prova por equipes
Superado o episódio, a competição seguiu. Na segunda rodada, Bruna Moura melhorou seu desempenho individual e registrou 3min41s60. No resultado final, o Brasil terminou na 21ª colocação entre as 26 duplas participantes. Apenas 15 avançaram à decisão.
Apesar da eliminação, o tempo consolidado representa a melhor marca brasileira em provas por equipes no esqui cross-country em Jogos Olímpicos de Inverno, um avanço importante para a modalidade no país.




