Irmãos, torcedores do CRB, são vítimas de agressão após clássico
Dois irmãos torcedores do CRB registraram um Boletim de Ocorrência na Central de Flagrantes na madugada deste domingo, 22, em busca de justiça após serem alvo de um ataque cometido por integrantes da torcida Mancha Azul, do CSA, após clássico ocorrido no estádio Rei Pelé. O ato criminoso foi noticiado mais cedo pelo Alagoas24Horas. As…
Dois irmãos torcedores do CRB registraram um Boletim de Ocorrência na Central de Flagrantes na madugada deste domingo, 22, em busca de justiça após serem alvo de um ataque cometido por integrantes da torcida Mancha Azul, do CSA, após clássico ocorrido no estádio Rei Pelé.
O ato criminoso foi noticiado mais cedo pelo Alagoas24Horas. As vítimas foram surpreendidas por mais de dez agressores enquanto retornavam para casa em um trecho da avenida Durval de Góes Monteiro.
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A busca por justiça e investigação
Após a agressão, os jovens procuraram imediatamente as autoridades policiais para garantir que o caso não fique impune. Eles solicitam que a Polícia Civil de Alagoas utilize as imagens das câmeras de videomonitoramento do DMTT e de estabelecimentos próximos, como a faculdade Facima, para identificar os criminosos.
“Só pedimos que a polícia tome justiça”, desabafou uma das vítimas, que teve uma das mãos enfaixadas devido aos ferimentos, em entrevista compartilhada nas redes sociais.
Detalhes da emboscada e roubo
As vítimas relatam que o grupo da Mancha Azul cercou a motocicleta em que estavam e iniciou o espancamento. Além da violência física, os agressores realizaram um verdadeiro “limpa” nos pertences dos irmãos.
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Segundo eles, os agressores roubaram as camisas oficiais do CRB que ambos usavam, incluindo uma que o jovem havia acabado de ganhar de presente de aniversário. Eles também tiveram celulares e as carteiras de ambos levadas, além dos capacetes, a chave da moto e até as sandálias roubadas.
“Somos torcedores comuns”
Ainda no vídeo que circula pelas mídias sociais, os irmãos esclareceram que não possuem vínculo com torcidas organizadas. Eles vestiam a camisa oficial do clube e frequentam o estádio apenas para lazer familiar.
As vítimas afirmam estar com receio de voltar a assistir jogos devido à insegurança gerada pela selvageria das organizadas.
“Eu implorei para que nos deixassem ir. Sou apenas um torcedor que gosta de ir ao estádio com a família”, desabafou uma das vítimas, visivelmente abalada.
A Polícia Civil deve iniciar as investigações a partir dos dados colhidos no Boletim de Ocorrência registrado
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