Embora resistente e durável, quase metade do plástico produzido globalmente é transformada em embalagem descartável e utilizada por menos de um ano. Ainda assim, menos de 10% do material é reciclado no mundo. No Brasil, o índice é ainda menor, girando em torno de 1%.
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Para o professor Robson Santos, a reciclagem sozinha não é suficiente para enfrentar a crise da poluição marinha.
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Segundo ele, a solução passa pela redução da produção e do consumo de plásticos descartáveis, além da implementação de políticas públicas que incentivem a economia circular e priorizem materiais menos nocivos ao meio ambiente.
O pesquisador destaca que nem todos os polímeros possuem o mesmo potencial de reciclagem ou impacto ambiental. Embora o plástico tenha aplicações importantes, como na área médica, o uso indiscriminado gera consequências graves e persistentes.
Atualmente, pesquisadores elaboram uma proposta para o município de Maceió e para o estado de Alagoas com estratégias de monitoramento e combate à poluição por plástico.
Enquanto medidas estruturais não avançam, pequenas atitudes individuais podem contribuir para reduzir o impacto ambiental, como evitar produtos descartáveis e optar por alternativas reutilizáveis.




