Justiça autoriza apreensão de menor investigado por estupro coletivo; ele é considerado foragido


A Justiça do Rio autorizou nesta quinta-feira (5) um mandado de busca e apreensão contra o menor investigado por participação em um estupro coletivo em Copacabana. Policiais foram até o endereço dele, mas não o encontraram. Segundo os investigadores, o jovem é considerado foragido.

Ele é investigado por ato infracional análogo ao crime. Por se tratar de um menor, a identidade não foi divulgada.

Para o delegado Angelo Lages, da 12ª DP (Copacabana), o adolescente é a “mente por trás” de pelo menos dois casos de abuso — o estupro coletivo contra uma jovem de 17 anos em Copacabana e outro caso denunciado após a revelação do primeiro crime (veja mais detalhes abaixo).

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) opinou favoravelmente sobre a necessidade de internar o adolescente.

Nesta quarta (4), o g1 mostrou que o MPRJ inicialmente tinha discordado da Polícia Civil do RJ e havia recomendado ao Judiciário que negasse o pedido de apreensão desse menor.

No mesmo dia, o MPRJ respondeu, em nota, que “eventuais medidas cautelares poderiam ser requeridas no decorrer da investigação”.

Posteriormente, porém, o promotor Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da capital, reviu sua 1ª decisão e enviou uma nova manifestação à Justiça em que corroborava o pedido de internação — justificando com o surgimento de novas denúncias.





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