A Polícia Civil de Alagoas deu um passo decisivo para encerrar o mistério sobre a morte de Wilson Ferreira Mendes. Em uma operação que integrou a Delegacia de Homicídios da 6ª Região e a 10ª Companhia Independente da PM, os agentes localizaram a principal suspeita do crime. A mulher mantinha uma relação de proximidade com…
A Polícia Civil de Alagoas deu um passo decisivo para encerrar o mistério sobre a morte de Wilson Ferreira Mendes. Em uma operação que integrou a Delegacia de Homicídios da 6ª Região e a 10ª Companhia Independente da PM, os agentes localizaram a principal suspeita do crime. A mulher mantinha uma relação de proximidade com a vítima, chegando a pernoitar em sua residência com regularidade, o que facilitou o acesso ao imóvel no dia do ataque.
O crime, ocorrido em janeiro deste ano, chocou os moradores do distrito de Luziápolis pela frieza dos detalhes. Wilson não teve chances de defesa dentro do próprio lar. Embora tenha sido socorrido e levado ao Hospital de Emergência de Arapiraca, ele não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Roupas sujas de sangue e fuga
O cerco contra a investigada fechou após relatos contundentes de testemunhas. De acordo com as investigações, a mulher estava no interior da casa pouco antes de o crime ser descoberto. Testemunhas afirmaram que ela deixou o imóvel apressadamente com as vestes sujas de sangue, enquanto Wilson agonizava no local.
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A perícia técnica foi fundamental para embasar o pedido de prisão feito pela autoridade policial. O documento oficial confirmou que a morte foi causada por “hemorragia interna aguda provocada por instrumento perfurocortante”.
Justiça e custódia
Com o mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário em mãos, as equipes policiais monitoraram os passos da suspeita até o momento da captura em Teotônio Vilela. Agora, a mulher permanece custodiada e à disposição da Justiça alagoana, onde responderá pelo crime de homicídio qualificado.
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