O Ministério Público do Ceará identificou que documentário “A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha”, da produtora Brasil Paralelo, utilizou um laudo forjado de exame de corpo de delito, na tentativa de sustentar que o então marido da vítima é inocente e descredibilizar ela e a Lei Maria da Penha.
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O documentário apresenta um laudo que defendia que o casal tinha sido vítima de um assalto, e que a luta corporal com os supostos assaltantes teria provocado o disparo de tiro em Maria da Penha e lesões no queixo, mão e pescoço dele próprio.
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O MP informou que o laudo passou por análise da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), que comprovou a adulteração do exame de corpo de delito original, da época da tentativa de homicídio contra Maria da Penha.
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