A Confederação Asiática de Futebol (AFC) torce pela participação do Irã na Copa do Mundo de 2026. O secretário-geral da AFC, Windsor Paul John, afirmou que, “até onde sabemos, o Irã vai jogar” o Mundial e que a entidade está monitorando a situação.
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“Não há nenhuma informação oficial de que não jogarão”, declarou em entrevista coletiva na sede da entidade, em Kuala Lumpur. “Esperamos que eles consigam resolver seus problemas e que possam participar da Copa do Mundo”, completou.
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O Irã não deve disputar a Copa do Mundo de 2026, que tem os Estados Unidos como a principal sede (Canadá e México complementam os outros palcos do torneio). A afirmação foi feita pelo ministro do Esporte do país, Ahmad Doyanmali. Segundo ele, o agravamento da guerra torna inviável a participação da seleção iraniana no Mundial.
“Dado que este governo corrupto assassinou nosso líder, não há condições sob as quais possamos participar da Copa do Mundo“, declarou o ministro, de acordo com o jornal espanhol Sport.
Ainda segundo Doyanmali, o Irã atravessa um momento de instabilidade após o início do conflito armado, o que torna difícil a participação do país em um torneio como a Copa do Mundo.
“Fomos submetidos a duas guerras em oito ou nove meses, e vários milhares de nossos cidadãos foram mortos. Portanto, não temos possibilidade de participar dessa forma”, completou o ministro do Esporte do Irã.
Apesar da declaração de Ahmad Doyanmali, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, garantiu que a seleção iraniana tem autorização para entrar nos Estados Unidos. Além disso, o mandatário da entidade máxima do futebol afirmou que a participação da equipe do Irã na Copa do Mundo estava confirmada.
Procurada pelo Metrópoles, a Fifa preferiu não se pronunciar sobre a declaração do ministro do Esporte do Irã neste momento.
“Durante as discussões, o presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é, obviamente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos”, confirmou Infantino.




