O inquérito policial que investiga a morte da PM Gisele Alves Santana, no dia 18 de fevereiro, mostram que o marido dela, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito pelo assassinato, reclamava da vida sexual entre os dois.
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As mensagens expõem que o tenente-coronel reclamava do tempo que a mulher passava com a filha de sete anos. “Não tenho vida sexual ativa, porque minha esposa só tem tempo e dedicação para a filha”.
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Além disso, Geraldo Neto exigia sexo com a companheira, com o argumento de que era o “provedor” da casa, contribuindo com dinheiro. O oficial foi preso na última quarta-feira (18/3), acusado de matar Gisele Santana com um tiro na cabeça.
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