A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) esclareceu o desaparecimento da jovem Sâmmylla Isadora Silva Godoy, de 36 anos, e concluiu que o caso se trata de um homicídio qualificado, motivado por vingança e executado de forma premeditada. A investigação é conduzida pela Seção Antissequestro da Diretoria de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Dracco).
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De acordo com as investigações, a vítima desapareceu no dia 20 de março de 2026, após sair de um bar localizado no Mercado da Produção, no bairro da Levada, em Maceió. Desde o registro do caso, equipes especializadas atuaram de forma contínua na coleta de informações e na realização de diligências para identificar os responsáveis.
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As investigações apontam que Sâmmylla estava sendo monitorada por quatro indivíduos enquanto estava no estabelecimento. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ela deixa o local acompanhada pelos suspeitos, após ser convencida a segui-los.
Em seguida, a vítima foi levada até um veículo, momento em que teve a liberdade restringida, e não foi mais vista desde então. Durante a ação, ela ainda conseguiu enviar mensagens de socorro e compartilhar sua localização em tempo real, indicando que estava em situação de risco.
Segundo o delegado Pedro Alves, o crime foi motivado por vingança, após um desentendimento anterior envolvendo a vítima e a companheira de um dos investigados. A polícia também identificou que houve divisão de tarefas entre os envolvidos, reforçando o caráter organizado da ação criminosa.
Durante a operação realizada nesta quarta-feira (25), dois homens, de 37 e 44 anos, foram presos em flagrante pelos crimes de ocultação de cadáver. Eles são apontados como executor direto e mandante do homicídio, respectivamente, e também foram autuados por homicídio qualificado e associação criminosa.
As investigações seguem em andamento com o objetivo de localizar o corpo da vítima, identificar outros participantes do crime e consolidar o conjunto de provas reunidas pela Polícia Civil.


