Aliada de Donald Trump, a deputada norte-americana María Elvira Salazar (Partido Republicano) afirmou que “os brasileiros estão cansados” de Lula.
A congressista disse que o presidente brasileiro “será derrotado nas urnas” e que “a liberdade vai vencer”, em publicação na rede social X.

Coautora de projeto que mira Moraes, María Elvira Salazar disse que Brasil vive “ataque político tirado do manual socialista”
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María Elvira Salazar e Eduardo Bolsonaro

Maria Elvira Salazar
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“Os brasileiros estão cansados de Lula. Ele ficou ao lado de ditadores da América Latina, defendeu criminosos e agora governos com a mesma cartilha, que silenciam vozes, fecham plataformas e perseguem oponentes. Ele chama isso de ‘defender a democracia’. O povo do Brasil sabe a verdade”, escreveu a parlamentar.
“O Brasil não vai retroceder. A liberdade vai vencer, e Lula será derrotados nas urnas”, prosseguiu a aliada de Donald Trump.
Alinhada com Trump
A deputada Maria Elvira Salazar é uma das vozes mais alinhadas ao ex-presidente Donald Trump no Congresso dos Estados Unidos. Nascida em Miami, filha de exilados cubanos, Salazar construiu carreira como jornalista antes de entrar na política, elegendo-se para a Câmara em 2020.
A congressista se posiciona como conservadora, com forte atuação em temas como imigração, política externa e oposição a governos de esquerda na América Latina.
Nos últimos anos, Salazar tem ganhado visibilidade também por declarações sobre o Brasil. A deputada passou a criticar decisões do STF, sobretudo as relatadas pelo ministro Alexandre de Moraes.
Em suas falas, ela reverbera argumentos de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e de setores conservadores internacionais que acusam Moraes de promover censura e restringir liberdades sob o pretexto de combater a desinformação.
As manifestações de Salazar fazem parte de um movimento de parlamentares conservadores que buscam influenciar o debate político latino-americano. As críticas ao Judiciário brasileiro têm repercussão entre apoiadores da direita no Brasil, mas também geram reações de autoridades que veem ingerência externa em questões institucionais do país.


