Se a ideia de “ponto G” sempre foi associada ao corpo feminino, um novo estudo vem mexer com esse imaginário — agora do lado masculino. Foram identificadas áreas específicas do pênis que concentram maior sensibilidade, levantando a discussão sobre a existência de um equivalente masculino ao famoso ponto de prazer.
De acordo com os pesquisadores, a região mais sensível está concentrada principalmente na glande, especialmente na parte inferior, onde há maior densidade de terminações nervosas. O freio (ou frênulo), aquela pequena faixa de pele que liga a glande ao prepúcio, aparece como um dos pontos mais responsivos ao toque.

O estudo foi conduzido com base em análises anatômicas detalhadas e relatos de sensibilidade, reforçando que o prazer masculino pode ser mais localizado e mais complexo do que se costuma imaginar. A descoberta ajuda a derrubar a ideia de que a excitação do homem é simples ou automática.
Pesquisadores apontam que entender essas áreas pode melhorar não só a experiência sexual, como também a comunicação entre parceiros. Ainda assim, reforçam que não existe uma “fórmula universal”: cada corpo responde de forma diferente aos estímulos.


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A discussão também abre espaço para um tema pouco explorado: o autoconhecimento masculino. Enquanto o prazer feminino vem sendo mais debatido nos últimos anos, muitos homens ainda conhecem pouco o próprio corpo, e tendem a repetir padrões sem explorar novas possibilidades.
No fim, o chamado “ponto G masculino” talvez não seja um único ponto mágico, mas um convite para olhar o prazer de forma menos automática e mais atenta. Afinal, quando o assunto é sexo, descobrir continua sendo parte essencial da experiência.




