Leôncio foi encontrado morto em Lagoa Azeda. Fonte: Instituto Biota de Conservação
O Instituto Biota de Conservação confirmou, na tarde desta quarta-feira, 1º, que o elefante-marinho encontrado morto no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, é o animal conhecido como Leôncio, que estava desaparecido desde a semana passada. De acordo com o instituto, o corpo passou por necropsia, que confirmou a identidade do animal. Leôncio…
O Instituto Biota de Conservação confirmou, na tarde desta quarta-feira, 1º, que o elefante-marinho encontrado morto no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, é o animal conhecido como Leôncio, que estava desaparecido desde a semana passada.
De acordo com o instituto, o corpo passou por necropsia, que confirmou a identidade do animal. Leôncio vinha sendo monitorado por equipes ambientais desde que foi avistado em Alagoas.
Imagens divulgadas pelo Biota chamaram a atenção pelo estado em que o animal foi encontrado. O elefante-marinho já estava em avançado estado de decomposição e com o corpo partido ao meio, o que levantou questionamentos sobre as circunstâncias da morte.
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Leôncio estava desaparecido desde a última sexta-feira (27), quando foi visto pela última vez em Jequiá da Praia. Desde então, equipes realizaram buscas e monitoramentos em diversos pontos do litoral sul de Alagoas, incluindo as áreas entre a Praia do Gunga e o Pontal do Peba. Parceiros de estados vizinhos também foram acionados, mas o animal não havia sido localizado até então.
Quatro dias depois, o corpo foi encontrado na região de Lagoa Azeda, encerrando as buscas. As causas da morte não foram detalhadas até o momento. O caso segue sendo acompanhado por órgãos ambientais.
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Leôncio
Leôncio ganhou destaque após aparecer em diversas praias do litoral alagoano, incluindo áreas urbanas movimentadas como a Praia de Ponta Verde, em Maceió. Com aproximadamente dois metros de comprimento e meia tonelada, o animal percorreu cerca de 20 quilômetros, passando por locais como Carro Quebrado, Barra de Santo Antônio, Paripueira e Jequiá da Praia.
Durante o período em que esteve nas praias, Leôncio mobilizou uma força-tarefa integrada de biólogos, veterinários do IMA/AL, Ibama, ICMBio, Ufal e do Batalhão de Polícia Ambiental, que monitoraram seu deslocamento e asseguraram o isolamento da área para garantir a segurança do animal e das pessoas.
O animal juvenil, que vinha em processo de migração, descansava nas praias para recuperar energia após longas travessias oceânicas.
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