Quase quatro décadas depois, o acidente com césio-137 em Goiânia voltou ao centro das atenções com Emergência Radioativa, série da Netflix lançada no mês passado. A produção revisita a tragédia de 1987 — o maior desastre radioativo do mundo fora de uma instalação nuclear — e recria a história a partir de personagens inspirados em pessoas reais.
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Uma das cenas que mais chocou o público é a amputação de um dos personagens. Mas isso realmente aconteceu?
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A resposta é sim. Roberto Santos Alves — um dos responsáveis por retirar e levar para casa a cápsula de césio abandonada no Instituto Goiano de Radioterapia — teve o antebraço direito amputado no dia 14 de outubro de 1987.
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