De lenda para lenda. Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, Kaká prestou homenagem a Oscar Schmidt, que morreu na tarde desta sexta-feira (17/4), após passar mal e ser levado às pressas a um hospital de São Paulo (SP).
Veja:
O ex-jogador de futebol, que nasceu no Gama (DF), disse que o esporte “se despede de um gigante”. “Oscar Schmidt, o eterno Mão Santa, deixa um legado que vai muito além dos pontos, das vitórias e dos recordes”.
Kaká afirmou que teve o privilégio de encontrar Oscar em diferentes momentos da minha carreira. “Sempre com conversas marcantes e aquela paixão pelo esporte que transbordava em cada palavra”, recordou.
Ele pontuou que a lenda do basquete brasileiro “tinha uma presença única” e inspirava pelo talento, pela personalidade forte e, principalmente, pelo amor verdadeiro ao jogo e ao Brasil.
“Um ídolo que abriu caminhos, que representou nosso país com orgulho e que continuará sendo referência para gerações. Meu carinho e minhas orações à família, aos amigos e a todos que tiveram a honra de conviver com ele. Descanse em paz, Mão Santa. Seu legado é eterno”, ressaltou Kaká.
“Lacuna irreparável”
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), também lamentou a morte de Oscar Schmidt. Nas redes sociais, Celina afirmou que o Brasil e o mundo se despedem de “um dos maiores atletas da história do esporte e um ícone que atravessou gerações”.
A chefe do Executivo local disse ter recebido a notícia “com profundo pesar” e ressaltou que sua ausência “deixa uma lacuna irreparável no basquete e na memória esportiva do país”.
Celina Leão afirmou que o legado de Oscar “não se resume às conquistas ou aos números impressionantes”, mas à sua inspiração que, segundo ela, “seguirá viva em cada jovem atleta e em todos que aprenderam a admirar sua grandeza”.

