O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por 60 dias a investigação da Polícia Federal (PF) que apura possíveis crimes relacionados aos bloqueios em rodovias após as eleições de 2022.
A investigação conduzida pela Polícia Federal também apura eventuais conexões com os atos de 8 de Janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas. O foco da apuração envolve empresas de ônibus que teriam transportado manifestantes para Brasília.
Em decisão assinada nesta quarta-feira (6/5), Moraes afirmou que ainda há diligências pendentes e, por isso, autorizou a prorrogação da apuração.
“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, com a realização das diligências ainda pendentes, nos termos previstos no art. 230-C, § 1º, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, prorrogo por mais 60 (sessenta) dias a presente investigação”, escreveu Moraes.
Em documento apresentado nessa terça-feira (5/5), a PF informou ao STF que ainda há diligências em andamento e pediu a dilação do prazo para concluir definitivamente o procedimento.
O caso tramita sob segredo de Justiça.




