O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado das operações continuadas da empresa totalizou US$ 19,0 bilhões, uma queda de 9,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, “devido, principalmente, aos menores preços referência médios de minério de ferro, cobre e níquel durante o ano”, destaca a Bradespar.
A Bradespar informou ainda que no ano de 2023, a Vale firmou parceria estratégica com duas empresas – a Manara Minerals e a Engine No. 1 – na Vale Base Metals (VMB), empresa controladora do negócio de metais para transição energética da Vale.
Assim, ao longo da próxima década, espera-se que a VMB invista entre US$ 25,0 e US$ 30,0 bilhões em projetos minerais estratégicos, com potencial para aumento de produção em cobre e em níquel.
“Com o montante de US$ 3,4 bilhões a ser pago à vista para a VMB, a Manara Minerals deterá 10% da empresa, enquanto a Engine No. 1 deterá participação de 3%, sujeita às condições precedentes cabíveis, incluindo a aprovação das autoridades regulatórias relevantes”, escreveu a Bradespar.
A Bradespar ressaltou, ainda, a inauguração da primeira planta de briquetes de minério de ferro, na Unidade Tubarão, em Vitória (ES). Uma segunda planta está em fase final de construção, com as duas unidades combinadas, quando em operação, com capacidade produtiva de 6 milhões de toneladas de briquetes por ano.
“Por fim, se evidencia o foco na alocação disciplinada de capital, com remuneração aos acionistas de US$ 2,0 bilhões de dividendos e juros sobre o capital próprio, pagos em dezembro de 2023, bem como US$ 2,4 bilhões em dividendos pagos em março de 2024”,encerrou a Bradespar.



