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Especialistas explicam quando o cansaço deixa de ser normal e passa a exigir investigação médica
Dormir bem, tentar desacelerar e recorrer ao café nem sempre resolvem a sensação constante de exaustão. Em uma rotina marcada por excesso de trabalho, pressão e pouco tempo para descanso, muita gente aprende a conviver com o cansaço sem perceber que o sintoma pode ir além do estresse.
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O alerta surge quando a fadiga persiste por semanas, piora progressivamente e começa a interferir em atividades simples do dia a dia, como trabalhar, estudar, praticar exercícios ou manter a concentração.
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Segundo a hematologista Maricy Viol, consultora da Binding Site, há diferença entre o desgaste esperado após períodos intensos e um quadro que merece investigação médica.
“É importante diferenciar o cansaço esperado após períodos intensos de trabalho ou estudo de uma fadiga persistente, progressiva e que não melhora mesmo após sono adequado. Quando o sintoma passa a impactar atividades habituais, como trabalhar, estudar ou realizar tarefas do cotidiano, já merece uma avaliação médica”, afirma.
O corpo dá sinais
Além da sensação contínua de exaustão, outros sintomas podem aparecer junto com a fadiga e indicar que algo não vai bem no organismo. Palpitações, falta de ar, tontura, dores no corpo, fraqueza muscular, alterações de humor e dificuldade de concentração estão entre os sinais mais comuns.
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