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Zé Neto abre o jogo sobre luta contra vícios em remédios, álcool e cigarro


O cantor Zé Neto falou abertamente sobre o período mais crítico da própria saúde mental durante participação no Domingão com Huck, exibido neste domingo (24/5). O sertanejo revelou que enfrentou uma rotina marcada pelo uso excessivo de medicamentos, álcool e cigarro eletrônico enquanto lidava com crises de depressão e síndrome do pânico.

Durante a conversa com Luciano Huck, o artista contou que chegou ao limite físico e emocional antes de decidir interromper a carreira temporariamente para buscar tratamento.

“Eu tomava um monte de remédio pra dormir, depois tomava um monte de remédio pra acordar, e bebida, cigarro, sabe? Muita coisa ruim! E aí eu fui atrás de ajuda médica, né? Acima de tudo fui atrás de Deus também, de buscar Deus, que eu acho que a minha vida pela correria, por tudo… Eu acho que eu estava deixando a coisa mais importante da minha vida, que é Deus de lado”, declarou.

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Zé Neto
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Zé Neto

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Zé Neto, da dupla Zé Neto & Cristiano
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Zé Neto e Cristiano
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Zé Neto e Cristiano

Reprodução/Instagram

O cantor afirmou que percebeu a gravidade da situação quando já não conseguia manter a rotina de shows: “Cara, foi, realmente chegou assim a um ponto que eu falei: ‘Eu não consigo mais! Eu preciso parar, preciso anunciar isso para o Brasil inteiro, para eu parar e para eu me cuidar’. Tem excelentes profissionais hoje na área da saúde”.

Ao comentar a recuperação, Zé Neto destacou que o tratamento envolveu acompanhamento médico, fé e mudança de hábitos.

“E também a atividade física. É importantíssimo respirar! Respirar fundo. Você vai tentando conter uma coisa que você sente que você não consegue explicar. É uma dor que não sangra, que não tem cicatriz, que não tem nada”, completou.





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