A Polícia Civil identificou os corpos de Jonas Barros de Oliveira, conhecido como ‘Gigante’ (à esq.), e Francisco Rubens Sousa Cruz. — Foto: Reprodução
A Polícia Civil identificou nesta quinta-feira (28) o segundo dos quatro corpos encontrados enterrados em um terreno usado como cemitério clandestino em Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo. A vítima é Francisco Rubens Sousa Cruz, de 46 anos. Os corpos foram localizados entre segunda (25) e terça (26) em uma área de proteção ambiental utilizada pela Sabesp, próxima…
A Polícia Civil identificou nesta quinta-feira (28) o segundo dos quatro corpos encontrados enterrados em um terreno usado como cemitério clandestino em Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo. A vítima é Francisco Rubens Sousa Cruz, de 46 anos.
Os corpos foram localizados entre segunda (25) e terça (26) em uma área de proteção ambiental utilizada pela Sabesp, próxima aos chamados “prédios redondos”, na região de Cidade Nova Heliópolis.
A principal linha de investigação da Polícia Civil é a de que as vítimas sejam funcionários de uma produtora de funk da região que desapareceram nos últimos dias.
Na quarta-feira (27), a polícia já havia identificado um dos corpos como sendo de Jonas Barros de Oliveira, conhecido como “Gigante”, que teria vínculo com a produtora de funk e estava desaparecido desde a semana passada.
Segundo a investigação, um dos funcionários desapareceu na quinta-feira (21) e outros dois sumiram na sexta-feira (22). Uniformes ligados à empresa também foram encontrados no local onde os corpos estavam enterrados.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/q/AEJssrSey29RBebmVsHw/whatsapp-image-2026-05-26-at-14.37.59.jpeg)
Os corpos foram encontrados em uma área de proteção ambiental utilizada pela Sabesp, próximo aos chamados “prédios redondos”, na região de Cidade Nova Heliópolis. — Foto: Arquivo pessoalAs vítimas estavam amarradas e enroladas em cobertores. Peritos afirmaram que um dos corpos apresentava sinais de que estava no terreno havia bastante tempo.
O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalha na identificação das outras vítimas e na apuração das circunstâncias das mortes.
Em nota, a Sabesp informou que coopera com as autoridades policiais na investigação e que os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).
No fim do ano passado, um corpo foi encontrado enterrado na mesma rua, em uma área de proteção ambiental utilizada pela Sabesp. Na ocasião, a GCM percebeu uma pedra recém-colocada e marcas recentes de ferramentas no solo.
O caso é investigado como homicídio por meio de inquérito policial pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalha na identificação das demais vítimas.
Fonte:Source link



