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Tarifaço: Augusto Cury diz que país deve adotar reciprocidade com EUA


O pré-candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, defendeu, nesta terça-feira (2/6), que o país adote uma política de reciprocidade em relação ao novo tarifaço dos Estados Unidos. 

Para ele, caso o presidente dos EUA, Donald Trump, decida por uma nova taxação das importações brasileiras, o Brasil deve reagir.

“Não podemos ter uma condição de subservientes. Tem de ser uma relação séria, pacífica, mas inteligente e de igualdade. Uma política de reciprocidade. E o Brasil centrado no que importa. Importa a soberania nacional”, disse em entrevista à rádio TMC.

O governo dos Estados Unidos fez uma série de críticas ao sistema Pix brasileiro e ao Banco Central do Brasil no relatório final do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), órgão responsável pela política comercial do país.

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Donald Trump acusa Pix brasileiro de práticas desleais
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Instagram/Reprodução

Presidente Lula comentou relatório norte-americano que propõe sobretaxa de 25%
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Augusto Cury é pré-candidato à Presidência da República
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Augusto Cury é pré-candidato à Presidência da República

Frank May/picture alliance via Getty Images

Os livros de Cury são traduzidos em mais de 70 idiomas
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Os livros de Cury são traduzidos em mais de 70 idiomas

Frank May/picture alliance via Getty Images

O documento propõe uma taxação de 25% sobre produtos do Brasil para corrigir as práticas consideradas desleais pela gestão de Donald Tump.

Augusto Cury também comentou sobre a decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

Segundo o pré-candidato, deve ser preservada a soberania nacional.

“Há elementos para dizer o que constitui (organização terrorista), mas outros entendem que não constitui. Não podemos perder a soberania. A questão das facções tem de ser resolvida de maneira urgente e rápida”, declarou.



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