Amigos, familiares e colegas de profissão se despediram, nesta sexta-feira (17/7), de Renato Machado, que morreu aos 83 anos. A jornalista Ana Luiza Guimarães conversou com a imprensa e se emocionou ao recordar a relação com o parceiro, com quem dividiu bancada algumas vezes.
“Elegância de alma incomparável. Ele vai fazer uma falta imensa”, elogiou ela, que ainda comentou sobre o legado deixado pelo comunicador: “Do bom jornalismo e do bom amigo. É isso que é o Renato”, afirmou.
Questionada sobre o trabalho ao lado de Renato Machado, Ana Luiza Guimarães pontuou: “Eu não era titular do Bom Dia Brasil, mas tive a grande alegria de poder dividir a bancada com ele algumas vezes”, disse, antes de finalizar: “Grande perda do telejornalismo, com certeza”, encerrou.
Declaração nas redes sociais
No dia da morte do amigo, a apresentadora da TV Globo fez uma homenagem a ele no Instagram: “Essa foto tem tempo. Foi numa festa da Globo em 2019. Mas foi uma noite tão boa! A gente não se via havia um tempo e demos um abraço apertado e ficamos horas de papo”, escreveu ela.
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do Metrópoles


Renato Machado.
Reprodução/redes sociais.

Renato Machado
Reprodução/Redes sociais

Renata Vasconcellos, Renato Machado e Chico Pinheiro
Reprodução/Redes sociais

O jornalista Renato Machado
Reprodução/Redes sociais

Renato Machado
TV Globo

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Renato Machado
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Renato Machado
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Renato Machado
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Renato Machado
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E lembrou os papos que tinha com o parceiro: “O Renato tinha muito assunto sempre. Conversar com ele era uma delícia. Culto, crítico, divertidíssimo. Tinha um senso de humor adorável!”, elogiou.
Parceria profissional
Em seguida, ela contou: “Tive o privilégio de dividir a bancada do Bom dia Brasil com ele algumas vezes. Aprendi muito! No começo me pelava de medo. Renato era exigente, perfeccionista. E quando não gostava de alguma coisa, não disfarçava, não. Colocava a barra lá no alto. E você que corresse pra ganhar impulso”, enumerou.
Logo depois, a comunicadora observou: “O Renato tinha amor e muito respeito pelas palavras. Lia com capricho. Dava peso, valor, e intenção a cada uma delas. Fazia pausas cheias de significado. E assim, o texto crescia, ganhava vida. Ganhava assinatura. Ao falar, ele nos ensinava a escrever melhor”, declarou.
No fim, ela rasgou elogios ao jornalista: “O Renato era um cavalheiro, um excelente jornalista e um amigo adorável. A geração que teve a oportunidade de trabalhar com ele, teve um grande professor. Obrigada, Renato. Você já está fazendo falta, querido 🤍”, encerrou.


