Alexandre Bertolucci, investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) por suspeita de envolvimento em um esquema de rinhas de galo, é um empresário gaúcho casado com a cantora Katia Aveiro, irmã do jogador português Cristiano Ronaldo.
O casal está junto desde 2017 e, além do relacionamento, mantém uma parceria nos negócios. Juntos, eles comandaram o restaurante Casa Aveiro by Dolores, inspirado na culinária portuguesa e na história da família de Cristiano Ronaldo. O estabelecimento, porém, encerrou as atividades em 2020, após o início da pandemia de Covid-19.
Em janeiro, Kátia Aveiro e o marido entraram para o setor imobiliário e lançaram a incorporadora Ursa, em Gramado.
Discreto, Alexandre Bertolucci não mantém perfis em redes sociais. As imagens em que aparece são, na maioria das vezes, compartilhadas pela esposa.


O casal está junto desde 2017
Reprodução/Instagram

Eles são parceiros de negócios
Reprodução/Instagram

A mulher é irmã de Cristiano Ronaldo
Reprodução/Instagram

O casal leva uma vida discreta
Reprodução/Instagram
Investigado
A coluna apurou que o empresário é investigado pela PCRS por suspeita de envolvimento em um esquema de criação, preparação e comercialização de galos para rinhas no estado.
Entre no canal de WhatsApp
da Coluna Mirelle Pinheiro
Ele foi um dos alvos da operação deflagrada pela Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema/Deic) entre os dias 16 e 17 de julho. Durante a ação policial, os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão nos municípios de Gramado e Igrejinha.
Em entrevista à coluna, o delegado Gustavo Brentano, responsável pelas investigações, contou que cerca de 1,5 mil aves da raça Mura foram encontradas durante as fiscalizações realizadas na operação. Ele informou que parte dos animais apresentava sinais de maus-tratos.


Os animais eram procriados para participar das rinhas
Material cedido ao Metrópoles

As equipes encontraram animais adultos e filhotes
Material cedido ao Metrópoles

Parte dos animais apresentava sinais de maus-tratos
Material cedido ao Metrópoles

Os policias cumpriram três mandados judiciais e as equipes fizeram a fiscalização de dois criatórios
Material cedido ao Metrópoles

Os galos foram colocados à disposição dos órgãos responsáveis para que sejam recolhidos
Material cedido ao Metrópoles


Algumas das aves podem alcançar valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil no mercado. De acordo com as investigações, a raça era criada justamente para participar das rinhas.
Os investigadores também apreenderam celulares, documentos que comprovariam a comercialização dos animais e uma arma de fogo.
Os galos foram colocados à disposição dos órgãos responsáveis para que sejam recolhidos.
A investigação segue em andamento para identificar a origem dos animais e apurar o possível envolvimento de outras pessoas em uma associação criminosa.




