Momento em que norte-americana cai sobre corda que ficou presa em suas pernas durante cruzeiro no Caribe, em julho de 2026. — Foto: Divulgação/ Blake Ford
Uma norte-americana que fazia um cruzeiro pelo Caribe sofreu uma grave lesão genital ao pular no mar durante um passeio integrado à viagem. E ainda teve de pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 250 mil) peo socorro prestado após o acidente. A mulher, identificada como Kirsten Lindsey, participava de um salto no mar com…
Uma norte-americana que fazia um cruzeiro pelo Caribe sofreu uma grave lesão genital ao pular no mar durante um passeio integrado à viagem. E ainda teve de pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 250 mil) peo socorro prestado após o acidente.
A mulher, identificada como Kirsten Lindsey, participava de um salto no mar com o auxílio de uma corda em uma ilha de Honduras, uma das paradas do cruzeiro. Ao saltar, ela caiu sobre uma corda secundária que havia ficado presa à corda principal, sustentada por um andaime.
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Segundo o marido de Lindsey, o também norte-americano Blake Ford, ela não sentiu muita dor no momento do acidente. Poucas horas depois, no entanto, já nem conseguia andar.
“Kirsten, sendo a corajosa que é, voltou rindo da dor, e achamos que não era nada mais do que um arranhão”, contou Ford em um relato em suas redes sociais. “Quando chegamos de volta ao porto, a dor tinha piorado tanto que ela precisou de uma cadeira de rodas só para chegar ao nosso quarto”.
Cobranças
Ela foi levada ao pronto-atendimento do navio, mas o quadro se agravou por conta de um inchaço na área que só crescia, e os médicos recomendaram que ela fosse levada a um hospital na Flórida, nos Estados Unidos, para receber o tratamento adequeado. Na enfermaria do cruzeiro, a mulher chegou a ficar sem respirar enquanto dormia, segundo o marido.
“Foi então que me disseram que haveria um depósito de US$ 20.000, outros US$ 30.000 a serem pagos na chegada aos EUA”, afirmou Ford.
O custo cobria, além do atendimento médico, a viagem até os EUA. Eles foram levados em barco do navio do cruzeiro té a Costa Maya, no México. De lá, uma ambulância os transportou ao aeroporto, onde embarcaram em um avião para a Flórida.
Lá, segundo também relatou a mãe de Lindsey, médicos removeram um coágulo “do tamanho de uma bola de beisebol” que havia se formado na área.
O marido de Lindsey afirmou ainda que o cruzeiro também cobrou pelo tempo em que sua esposa passou na enfermaria. “Depois de algumas horas lá (na enfermaria), perguntei sobre o custo e se o seguro cobria alguma coisa. Disseram-me que não, e que somente a enfermaria custava US$ 75 por hora”.
Segundo o tabloide britânico “The Sun”, um porta-voz da Carnival, empresa que administra o cruzeiro feito pelo casal, alegou que o acidente não ocorreu dentro das dependências do navio, mas que prestou assistência à vítima.
A família dela, no entanto, pediu responsabilização da empresa. O marido de Lindsey também abriu uma campanha de doação on-line para ajudar a família a cobrir os custos médicos do acidente.
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