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Estados governados pela esquerda lideram ranking de feminicídio no Brasil


Líderes em feminicídio estão sob governo de esquerda (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (com dados de 2025), divulgado nesta quinta-feira (23), reforça a percepção da dificuldade que governadores de esquerda têm no enfrentamento à violência. O estudo revela que os piores resultados são do campo progressista quando o assunto é o cuidado à vida da mulher. O Amapá, governado pelo esquerdista Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União), registra a maior variação na taxa de feminicídio: alta de 347,7%.

É bi

O estado, que elegeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), também lidera taxa de homicídios de mulheres, subiu 198,5%.

Puxa o histórico

Antes de se hospedar no União Brasil, Clécio Luís teve como lar o PT, por 16 anos; o Psol, outros 11 anos; e a Rede, mais 4 anos.

Petista no ranking

Governado por uma mulher petista, Fátima Bezerra, o Rio Grande do Norte é o 2º na lista: + 61,8% no número de homicídio de mulheres.

É do PT

Observada a taxa de homicídios de mulheres, a cada 100 mil, o Ceará de Elmano Freitas (PT) lidera, com 6,2. Acima da média nacional de 3,2.

Ministério da Fazenda (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Todos os indicativos da dívida pública dispararam

Todos os números da dívida pública brasileira dispararam nos primeiros seis meses de 2026. Desde 1º de janeiro do quarto ano do governo Lula (PT), tanto a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), quanto a Dívida Pública Federal (DPF), interna e externa, explodiram. A DBGG aumentou em R$950 bilhões, 2,4% a mais. Até o início deste ano, esse buraco equivalia a 78,7% do PIB e em 1º de julho já representava 81,1%.

Recorde negativo

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) ultrapassou – pela primeira vez na História – a marca dos R$10,6 trilhões.

T de trilhão

A DPF, que é a dívida emitida pelo Tesouro Nacional, passou de R$8,3 trilhões no início de 2026 para R$8,68 trilhões após apenas seis meses.

Dívida na veia

Isso quer dizer que o governo do PT emitiu R$404 bilhões em títulos do Tesouro brasileiro, que precisam ser pagos dentro de alguns anos.

Disse sem falar

“Alguém que teve três mandatos para fazer e não fez, não merece um quarto mandato”, disparou Flávio Bolsonaro nas redes. “É óbvio que ele não vai fazer de novo”, afirmou o senador, sem mencionar nomes.

Salão verde

Morreu na praia a pré-candidatura de Izalci Lucas (PL) ao Governo do Distrito Federal. Como o PL tem tudo para fechar apoio a Celina Leão (PP), o senador vai tentar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Prazos no fim

Partidos políticos têm até 5 de agosto para realizarem suas convenções para definir coligações e candidaturas para as eleições deste ano. O registro das candidaturas, entretanto, vai até o dia 15 de agosto.

Desagradou

Publicação de Gilberto Kassab sugerindo dobradinha de Tarcísio de Freitas (Rep) e Ronaldo Caiado (PSD) desagradou o governador paulista. Tarcísio apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.

Roseana de volta

Roseana Sarney (MDB) está de volta ao tabuleiro político e vai disputar o Senado pelo Maranhão, que governou por dois mandatos consecutivos. A notícia foi confirmada pela filha do ex-presidente nas redes sociais.

Senado vem aí

Enfim Eduardo da Fonte (PP) caminha para disputar o Senado por Pernambuco. Deve contar com o apoio da governadora Raquel Lyra (PSD). O outro nome da chapa, por ora, é Túlio Gadêlha (PSD).

Oficial

É amanhã (25), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, a convenção nacional do PL para oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto. O presidente da Argentina, Javier Millei, deve estar presente.

Indeterminado

Falta apenas uma semana até o fim oficial do recesso no Congresso. Mas com o início da campanha eleitoral, parlamentares só devem voltar 100% ao batente após o fim das eleições… em novembro.

Pergunta no peso

Fazer filme é pior que roubar velhinhos?



Fonte: Gazetaweb