Omã propôs ao Irã uma nova forma de gestão do Estreito de Ormuz, afim de resolver o impasse na região. A proposta seria de que o Irã não controlasse exclusivamente a passagem, mas que todos que a utilizam contribuíssem de forma voluntária com o financiamento da navegação, a proteção ambiental e as operações de busca e salvamento.
A informação foi divulgada por fontes à agência Reuters nesta terça-feira (28/7).
A proposta conta com apoio regional e se baseia no modelo adotado no Estreito de Malaca, principal passagem marítima entre os oceanos Índico e Pacífico.
Pelo Estreito de Ormuz passam cerca de 20% da produção de petróleo do mundo. Com o início da guerra contra os Estados Unidos, o Irã passou a cobrar pedágios para liberar a passagem de navios.




