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PM nega que Maníaco do Novo Gama esteja circulando por Goiás


O comandante do 20º Batalhão de Polícia Militar de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, tenente-coronel Chiericato publicou, nessa segunda-feira (27/7), um vídeo para esclarecer boatos que circulam nas redes sociais e em grupos de WhatsApp envolvendo o detento Adaylton Nascimento Neiva de 54 anos (foto em destaque), conhecido como Maníaco do Novo Gama.

A informação compartilhada é de que o Maníaco do Novo Gama, recém-libertado, estaria rondando Valparaíso de Goiás, o que teria provocado medo entre moradores, principalmente mulheres.

Segundo o tenente-coronel, as informações são inverídicas, já que Adaylton mora e trabalha no Distrito Federal, onde é monitorado via tornozeleira elétrica.

“Ele é devidamente acompanhado pelo sistema do Distrito Federal. Depois que saiu, em momento algum, há qualquer tipo de registro que compareceu nas imediações de Goiás”, informou.

No vídeo, o comandante do 20º BPM, tenente-coronel Chiericato, também pediu responsabilidade na disseminação de conteúdos.

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do Metrópoles

“Passando aqui para dar um recado à nossa sociedade, à nossa comunidade. Está rolando nas redes sociais e grupos de WhatsApp, inclusive por meio de vereadores, pessoas que, de forma leviana, estão propagando informações inverídicas e até desrespeitosas”, declarou o comandante.

A coluna Na Mira tenta localizar defesa de Adaylton Neiva. O espaço segue aberto para posicionamento.

Histórico criminal

Adaylton foi solto em julho deste ano após cumprir 15 anos de internação psiquiátrica. Ele foi condenado por crimes como homicídios e estupros cometidos entre os anos 2000 e 2010 em Goiás e no Distrito Federal.

Adaylton confessou nove homicídios ocorridos em locais como Novo Gama (GO), Sobradinho (DF) e Santa Maria (DF). Ele foi apontado como responsável por mortes como as de Elenice, Luciene e Evanilde.

Conhecido como Maníaco do Novo Gama, ele foi preso em 2010 e condenado, em 2011, a mais de 54 anos de reclusão. A pena, porém, foi convertida em medida de segurança, com internação psiquiátrica na Ala de Tratamento Psiquiátrico (ATP) da unidade conhecida como Colmeia, devido a um diagnóstico de transtorno de personalidade.

Em julho de 2026, a Justiça do Distrito Federal autorizou a desinternação condicional de Adaylton para o regime semiaberto, após laudos médicos favoráveis e manifestação do Ministério Público.

A decisão determina acompanhamento ambulatorial regular pela rede pública de saúde mental e cumprimento de medidas de acolhimento familiar.



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