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Decisão aponta provas de corrida em via pública com resultado morte; Nicolas Bosshardt teve o direito de dirigir
A Justiça de São Paulo entendeu haver indícios suficientes de que o jogador Nicolas Bosshardt, lateral esquerdo do São Paulo, participava de uma corrida em via pública quando atropelou e matou um idoso de 84 anos, em Alphaville, na Grande São Paulo (assista abaixo).
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Apesar disso, a juíza Marília Bonafé Froment concedeu liberdade provisória ao atleta, após audiência de custódia nesta terça-feira (4/8). Segundo a magistrada, a conduta atribuída ao jogador, embora tenha resultado em morte, não apresentou gravidade concreta suficiente para justificar a prisão preventiva.
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A decisão destaca que Nicolas é primário, possui residência e atividade profissional conhecidas, retornou ao local do atropelamento, acionou o resgate e colaborou com a investigação. O jogador deverá comparecer mensalmente à Justiça, manter o endereço atualizado e não poderá deixar a comarca onde mora por mais de oito dias sem autorização.
A magistrada também suspendeu a permissão de Nicolas para dirigir e o proibiu de obter habilitação até nova decisão judicial. O acidente ocorreu na noite dessa segunda-feira (3/8), na Alameda Rio Negro. Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o atleta dirigindo uma BMW em alta velocidade antes de atingir a vítima, que atravessava fora da faixa de pedestres.
Uma testemunha afirmou à Polícia Civil que Nicolas aparentava disputar um racha com um Honda Civic. O caso é investigado como participação em corrida em via pública com resultado morte, crime cuja pena varia de cinco a dez anos de prisão.
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