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Campanha de Flávio não vê com maus olhos entrada de Marçal na disputa


Membros da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto dizem não ver com maus olhos a entrada do ex-coach Pablo Marçal (PRTB) na disputa presidencial de 2026.

Na visão dessas fontes, há “pontos em comum” entre as ideias do senador e as de Marçal, o que pode levar a discussões interessantes sobre as propostas que Flávio tem em seu programa de governo.

Pablo Marçal, deputado Guilherme Derrite (PP-SP) e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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Pablo Marçal, deputado Guilherme Derrite (PP-SP) e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Republicanos

Pablo Marçal está inelegível até 2032
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Pablo Marçal está inelegível até 2032

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Marçal em entrevista ao Metrópoles
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Marçal em entrevista ao Metrópoles

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Marçal, vale lembrar, está inelegível após ser condenado por abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação social e captação ilícita de recursos por ações durante a eleição para Prefeitura de São Paulo em 2024.


Entenda por que Pablo Marçal está inelegível

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da Coluna Igor Gadelha

  • O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo ( TRE-SP) manteve, por unanimidade, a inelegibilidade de Pablo Marçal por oito anos, contados a partir das eleições de 2024. Com isso, a punição vale até 2032.
  • Uma das condenações está relacionada ao uso indevido de redes sociais durante a campanha de 2024 para a Prefeitura de São Paulo.
  • Segundo a Justiça Eleitoral, Marçal promoveu campeonatos para incentivar a produção e a divulgação de cortes de vídeos de sua campanha nas redes sociais. A prática foi considerada irregular e resultou em condenação.
  • Além da inelegibilidade, Marçal teve mantida uma multa de R$ 420 mil por descumprimento de uma ordem judicial.
  • Em julho deste ano, Marçal também foi condenado pela terceira vez pela Justiça Eleitoral em processos relacionados à eleição municipal de 2024.
  • A decisão mais recente foi tomada pelo TRE-SP, mas Marçal ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Portanto, a situação pode ser novamente analisada pela Justiça Eleitoral.

Dessa forma, Marçal, além de poder servir de “trampolim” para algumas das ideias de Flávio, não representaria uma ameaça real ao primogênito de Jair Bolsonaro, pois deverá ter sua candidatura ao Planalto indeferida pelo TSE.

Marçal, que inicialmente cogitou disputar o Senado por São Paulo pelo União Brasil, foi lançado candidato pelo PRTB de surpresa no último fim de semana, por meio de uma liminar que permitiu ao ex-coach retornar à sigla.

A Justiça Eleitoral, contudo, terá de analisar a liminar. Isso porque, pela legislação eleitoral, o candidato precisa estar filiado ao partido pelo qual vai concorrer pelo menos seis meses antes da votação. Neste ano, o prazo terminou em 4 de abril.



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