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o que disse o PM filmado usando cocaína em vídeo íntimo


Militar foi preso após o vídeo repercutir nas redes sociais; ele afirmou que a gravação foi feita em 2025

O cabo da Polícia Militar, flagrado em um vídeo usando substância semelhante à cocaína ao lado de uma mulher seminua, afirmou em depoimento que possui um quadro de estresse pós-traumático e que luta contra o vício em drogas e álcool. Ele foi preso em flagrante no dia 19 de agosto deste ano, após as imagens repercutirem na internet. Desde então, está em prisão domiciliar.

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Em depoimento realizado no dia 19 de agosto ao 3º Batalhão da Polícia Militar, em Arapiraca, o policial afirmou que, por causa de momentos anteriores vivenciados no serviço operacional, desenvolveu estresse pós-traumático e, por isso, buscou refúgio no álcool e nas drogas.

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Ele relatou que chegou a ser baleado após agir em legítima defesa de terceiros e que, em decorrência dos ferimentos, foi submetido a uma cirurgia.

No entanto, o cabo conta que, somando as complicações do procedimento médico, a impossibilidade de obter atestados e as constantes mudanças de unidades, que o fizeram trabalhar distante de onde morava, passou a ter dificuldades financeiras.

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Com isso, ele relatou ainda que foi exposto a lugares e companhias que, segundo o policial, o induziram ao uso de álcool e drogas.

O policial afirmou também que buscou tratamento, mas não houve evolução e, em seguida, passou quatro meses internado em uma clínica de reabilitação.

Em relação ao vídeo divulgado na internet, no qual aparece fazendo uso de substância semelhante à cocaína, o militar disse que ele foi gravado em 2025, uma semana antes de ser internado.

No vídeo, o homem está acompanhado de uma mulher seminua. Ele usa a substância que está colocada em cima dos seios dela. A imagem também mostra uma arma de fogo presa à calcinha dela, completando a cena.

O militar está preso no Quartel da Polícia Militar pelo prazo de 72 horas, contado a partir do dia 19 de agosto, com o objetivo de preservar a disciplina e o decoro da corporação.



Fonte: Gazetaweb