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Moacir Júnior vê apatia no primeiro tempo, lamenta derrota do CSA, mas acredita no acesso


Azulão precisa vencer por dois gols de diferença para disputar a Série C de 2027

O time que poderia jogar por dois empates sofre uma dura pancada e vai precisar de um esforço gigantesco para atingir o objetivo do acesso à Série C. Esse é o cenário do CSA depois de perder para o Nacional por 3 a 1 na noite dessa quinta-feira (27), pelo jogo de ida da repescagem do Campeonato Brasileiro da Série D. Em uma atuação rasa, principalmente no primeiro tempo, o time foi derrotado na Arena da Amazônia, em Manaus/AM, e está em uma situação dramática.

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Após o jogo, transmitido pela TV Gazeta de Alagoas, em parceria com o portal Metrópoles, o técnico Moacir Júnior explicou as mudanças feitas na escalação inicial e o efeito danoso na primeira meia hora da partida, mas, ainda assim, mantém a confiança de que o panorama pode ser revertido.

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“Quando começou o jogo, a gente foi assolado por uma pressão muito grande. Sucumbimos um pouco, como no jogo passado. Conseguimos dois tempos distintos. O primeiro tempo irreconhecível. Segundo tempo, equipe jogando bem, com mais imposição, mas já tinha um placar adverso. É uma vantagem grande para eles, mas não é irreversível. Por tudo o que a gente apresentou na segunda etapa, esperamos ter força mental para exercer o que a gente fez no segundo tempo e construir o placar que nos possa dar o acesso à Série C. Está difícil, mas é totalmente possível”, explicou.

Moacir justificou as entradas de Mikael na zaga, Everton Heleno no meio e Lucas Silva no ataque como mudanças que o grupo aceitou, além de comprovar com o desempenho nos treinamentos. Mas o resultado não foi esperado. Pelo contrário, o placar de 3 a 1 para o Nacional foi construído ainda na etapa inicial. Apesar da lamúria, o treinador voltou a manifestar pensamento positivo em disputar a Série C do próximo ano.

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“A gente perdeu o jogo na entrada do primeiro tempo, com os jogadores que se apresentaram melhor durante a semana. O grupo achou interessante essa formação, mas não conseguiu traduzir aquilo que traduziu nos treinos. Mas vamos colocar a cabeça no lugar. É muito possível fazer esse placar em casa. A chateação e o luto têm que durar aqui. Tem que trabalhar, ajustar e melhorar esse ímpeto do primeiro tempo”, afirmou.

O CSA terminou a campanha fora de casa na Série D com nenhuma vitória no mata-mata, com dois empates e três derrotas. O comandante marujo reconheceu que o desempenho longe de casa foi aquém, mas acredita que a tranquilidade mesmo em um momento tão complicado na reta final pode ser importante para obter a classificação.

“A performance fora de casa no mata-mata foi muito aquém daquilo que imaginava. Dentro de casa é a última chance, tenho confiança por tudo o que a gente construiu até aqui e pelos dois segundos tempos dos últimos jogos. É um momento difícil, tem que ter tranquilidade, não escutar as coisas externas e produzir o que tem que produzir. Tem que acreditar, tem que fazer, tem que trabalhar”, finalizou.

A delegação azulina retorna a Maceió nesta madrugada e inicia a preparação para o último jogo da temporada nesse sábado (29). O segundo e decisivo confronto entre CSA e Nacional será disputado às 20h da próxima quinta-feira (3), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, também com transmissão da TV Gazeta. Para estar na Terceirona do ano que vem, o time alagoano precisa vencer por dois ou mais gols de diferença. Qualquer outro resultado classifica a equipe do Amazonas.

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Fonte: Gazetaweb