CRISE DA CORTE
Caso foi levado para a Presidência do STF, submetida a Edson Fachin, que também deu 5 dias úteis para Mendonça e PGR se manifestarem
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou nesta sexta-feira (4/9) as acusações do ministro Alexandre de Moraes contra o colega André Mendonça do inquérito das Fakes News e submeteu o caso à Presidência, comandada por ele.
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No mesmo despacho, o presidente da Corte deu 5 dias úteis para Mendonça e a Procuradoria-Geral da República (PGR) elaborarem um parecer sobre as alegações de Moraes.
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Moraes acusa Mendonça de “crime de responsabilidade”
Na quinta (3/9), ao fazer o despacho no inquérito das Fake News, Moraes alegou que Mendonça teria, em tese, praticado uma série de condutas tipificadas como improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos.
Para Moraes, ao determinar investigações nos casos das mensagens de Daniel Vorcaro, do Banco Master, Mendonça favoreceu determinados grupo políticos.
O magistrado o acusa de usurpação da direção das investigações das autoridades policiais.
O ministro ainda diz que o colega conduziu irregularmente as tratativas de eventual colaboração premiada de Daniel Vorcaro, direcionamento de determinados alvos para investigação (ministro Alexandre de Moraes e senador Davi Alcolumbre), por motivos pessoais e políticos, inclusive com a indicação prévia de medidas cautelares a serem apresentadas pela Polícia Federal.


