Praia de Ponta Verde. | Priscylla Régia/Alagoas 24 Horas
O boletim semanal de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) aponta que oito dos 68 trechos de praias analisados no litoral alagoano estão impróprios para banho nesta semana. Os demais 60 pontos foram classificados como próprios e estão liberados para os banhistas. As amostras foram coletadas nos dias 28 e 29…
O boletim semanal de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) aponta que oito dos 68 trechos de praias analisados no litoral alagoano estão impróprios para banho nesta semana. Os demais 60 pontos foram classificados como próprios e estão liberados para os banhistas.
As amostras foram coletadas nos dias 28 e 29 de setembro em trechos localizados entre o Pontal do Peba, no Litoral Sul, e Maragogi, no Litoral Norte. Segundo o IMA, não houve registro de chuvas na região durante o período das coletas.
O Litoral Sul apresentou o melhor resultado da semana. Os 23 pontos monitorados na região foram classificados como próprios para banho. Entre eles, está o trecho localizado a aproximadamente 300 metros da foz do Rio Niquim, em Barra de São Miguel, que aparece entre os pontos considerados crônicos no monitoramento. Nesta semana, porém, o local foi classificado como próprio.
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Em Maceió, cinco trechos foram classificados como impróprios para banho. Entre os locais estão pontos situados nas praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Já no Litoral Norte, três trechos monitorados em Maragogi foram classificados como impróprios para banho.
Mesmo nos locais classificados como próprios, o IMA recomenda atenção dos banhistas para áreas que estejam diretamente sob influência de rios, canais, córregos ou floração de algas.
O órgão também orienta que os banhistas evitem o contato com a água em áreas diretamente influenciadas por floração de algas, especialmente em trechos das praias da região da Avenida ao Sobral, conforme os critérios ambientais citados pelo instituto.
A classificação de balneabilidade segue os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que considera a presença de bactérias indicadoras de contaminação na água, entre elas a Escherichia coli.
Uma praia é considerada própria quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores, os resultados não ultrapassam o limite de 800 NMP de Escherichia coli por 100 mililitros de água. O trecho também pode ser classificado como impróprio quando não atende a esse critério ou quando apresenta, na última análise, concentração superior a 2.000 NMP de Escherichia coli por 100 mililitros.
CONFIRA AQUI O BOLETIM DE BALNEABILIDADE DAS PRAIAS ALAGOANAS
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