
Em meio à repercussão de publicações nas redes sociais sobre penalizações e boicotes a eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel-AL) se manifestou publicamente para esclarecer que as mensagens “não representam o pensamento, os princípios ou o posicionamento institucional da entidade” e foram manifestações individuais de empresários do setor apoiadores do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL).
Em nota oficial, a Abrasel-AL lamentou o teor dos comentários divulgados e considerou que as falas ocorreram em um “contexto de discussões acaloradas no período pós-eleitoral” e não refletem a postura institucional da associação.
Com uma base representativa de mais de 800 associados no estado, a Abrasel-AL enfatizou que opiniões particulares expressas em fóruns privados não podem ser atribuídas à instituição, nem generalizadas como o sentimento de todo o setor.
Confira o comunicado oficial na íntegra:
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel/AL), diante das notícias que vêm circulando sobre manifestações individuais de empresários em um grupo de WhatsApp, esclarece que tais declarações não representam o pensamento, os princípios ou o posicionamento institucional da entidade.
A Abrasel/AL reúne mais de 800 associados e reforça que não se responsabiliza por opiniões e manifestações individuais de seus integrantes, especialmente em espaços de discussão que reúnem centenas de participantes, como o grupo em questão, composto por mais de 600 pessoas.
A entidade lamenta o teor das manifestações divulgadas, ocorridas em um contexto de discussões acaloradas no período pós-eleitoral, e ressalta que opiniões particulares não podem ser atribuídas à instituição, tampouco generalizadas como expressão do pensamento dos empresários do setor de alimentação fora do lar.
A Abrasel/AL possui um único posicionamento institucional, pautado pelo respeito às diferenças, pelo diálogo e pela união, independentemente de convicções políticas ou ideológicas.
Neste momento, a entidade reafirma que o caminho deve ser o da pacificação, da responsabilidade e do esforço coletivo. Mais do que alimentar divisões, é preciso unir empresários, trabalhadores e toda a sociedade em torno de um objetivo comum: o desenvolvimento econômico e social do Brasil.




