Agência reguladora nega intervenção. Em nota, a Aneel negou que tenha dito que fará uma intervenção. A reunião com o governo de São Paulo, prefeitura, defesa civil, corpo de bombeiros e com todos os distribuidores do estado foi “uma forma a estabelecer um processo de prontidão para aguardar o efeito climático adverso”. Fortes chuvas devem atingir o estado a partir desta sexta-feira.
Pessoas próximas ao governo do Estado também negaram uma possível promessa de intervenção da Aneel à Enel.
A Aneel ainda informa que pediu plano de contingência para todas as empresas fornecedoras de energia. “Inclusive da Enel, que fosse apresentado um plano de contingência para enfrentar o clima adverso que iniciaria a partir de outubro e novembro. Em 19 de setembro, foi realizada uma reunião, na qual todas as empresas apresentaram os planos de contingência.”
Com o advento do evento climático adverso do dia 11/10/24, a Aneel tem acompanhado desde o início os trabalhos da Enel. Também tem solicitado apoio de todas as concessionárias de transmissão e distribuição do estado, além acompanhar todo o processo de normalização das cargas.
Aneel
Pedido de intervenção
Após apagão e a demora da Enel em restabelecer a energia a 3,1 milhões de pessoas, houve pediu de intervenção da Aneel. O governador Tarcísio de Freitas e o prefeito Ricardo Nunes pediram uma intervenção. Tarcísio afirmou que a Enel não tem condições de atender o Estado e pediu apoio do TCU (Tribunal de Contas da União) para que o governo federal intervenha na companhia.


