A casa vê a petroleira com potencial de pagamento de proventos superiores devido à estrutura financeira revisada e reforça recomendação outperform (compra) para as ações da Petrobras (PETR4), com preço-alvo de R$ 48.
O BTG Pactual, por sua vez, chama a atenção para o fato de que o capex da Petrobras, estimado em US$ 111 bilhões para os próximos cinco anos, pode ser inferior ao projetado por conta de gargalos no setor.
A casa vê margem para dividendos extraordinários da Petrobras, especialmente se fusões e aquisições não foram priorizadas pela companhia.
Assim, os analistas do BTG mantêm a Petrobras como “top pick” do setor, destacando a posição da empresa como produtora de baixo custo, além do potencial de dividendos atrativos, mesmo com riscos envolvendo os preços do petróleo e ruídos políticos.
O BTG Pactual tem preço-alvo de US$ 19 para as ADRs da Petrobras negociadas em Nova York. A recomendação é de compra para as ações.
O relatório do Goldman Sachs também destaca a elevação do teto da dívida da Petrobras como algo que pode se traduzir em uma maior remuneração aos acionistas.
Por outro lado, apesar de bons fundamentos, a casa vê espeço limitado para reavaliação das ações PETR4, devido aos riscos de excesso de oferta no mercado de petróleo e incertezas políticas.




