Condenada a quase 40 anos de prisão pelo assassinato dos pais, em outubro de 2002, Suzane von Richthofen pleiteou estudar administração a distância, no momento em que já gozava do benefício do semiaberto, em 2017 — quando estava atrás das grades há quase 12 anos.
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A burocracia para autorizá-la a estudar no ensino a distância (EAD), porém, fez com que a então presidiária desistisse e manifestasse isso em uma carta (veja galeria abaixo) à qual o Metrópoles teve acesso.
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“Declaro que desisto no momento de cursar o ensino superior aqui [cadeia] por causa da demora [para a autorização]. Eu tenho interesse em cursar o ensino superior, contudo como já fiz o pedido para o RA [Regime Aberto] desejo fazê-lo [curso superior] ao sair, quando eu for embora”, diz trecho do manuscrito.
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