A Tailândia anunciou que mantém as operações militares contra o Camboja, apesar de o presidente americano, Donald Trump, ter afirmado que os dois países vizinhos haviam concordado com um cessar-fogo. O primeiro-ministro tailandês, Anutin Charnvirakul, afirmou que o país “continuará realizando ações militares até que consideremos que nosso território e nosso povo não estejam mais ameaçados”.
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A retomada dos confrontos entrou no sétimo dia e já causou ao menos 20 mortes. Mais de 500 mil moradores da zona da fronteira fugiram da região.
