A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Dataleaks, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa, em Alagoas e outros estados, especializada na obtenção, adulteração e venda ilícita de dados pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os alvos da operação em Alagoas, estão pessoas investigadas por acessar…
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Dataleaks, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa, em Alagoas e outros estados, especializada na obtenção, adulteração e venda ilícita de dados pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Entre os alvos da operação em Alagoas, estão pessoas investigadas por acessar indevidamente sistemas governamentais contendo informações de ministros do STF. Ao todo, o STF expediu cinco mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos simultaneamente em Alagoas, São Paulo e Tocantins.
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Invasão a bases governamentais
As investigações tiveram início após a PF identificar a existência de uma base de dados não oficial. Esse sistema clandestino era abastecido por meio de acessos criminosos a bancos de dados privados e do Governo. O grupo não apenas obtinha as informações, como também as comercializava e disseminava de forma ilícita na internet.
O caso ganhou escala de segurança nacional ao ser confirmado que dados sigilosos da cúpula do Judiciário brasileiro foram expostos e adulterados pela organização.
Os crimes
Os investigados em Alagoas e nos demais estados poderão responder por uma série de crimes graves, incluindo organização criminosa, Invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal ainda não detalhou quantos mandados especificamente foram cumpridos em solo alagoano, mas as equipes seguem em diligências para apreender dispositivos eletrônicos que possam conter novas provas do esquema.
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