Três pessoas acusadas do homicídio da adolescente Ana Clara Firmino da Silva, de 12 anos, ocorrido no ano passado na cidade de Maravilha, sentarão no banco dos réus na próxima quinta-feira, 15. Eles respondem feminicídio pela morte de Ana Clara e tentativa de homicídio triplamente qualificado contra um adolescente que, também, foi atacado violentamente. “Um…
Três pessoas acusadas do homicídio da adolescente Ana Clara Firmino da Silva, de 12 anos, ocorrido no ano passado na cidade de Maravilha, sentarão no banco dos réus na próxima quinta-feira, 15.
Eles respondem feminicídio pela morte de Ana Clara e tentativa de homicídio triplamente qualificado contra um adolescente que, também, foi atacado violentamente.
“Um crime estarrecedor e o Ministério Público utilizará todos os recursos para que os autores sejam punidos por tamanha estupidez. Eles esbarraram a vida de uma menina que sequer teve o privilégio de vivenciar a adolescência, por um motivo fútil. É preciso acabar com essa cultura de posse, o homem precisa saber ouvir e aceitar um não. Nesse caso, o acusado, à época do crime, com 20, e a vítima com 12. Estaremos sustentando as qualificadoras, fortalecendo o crime de feminicídio”, destaca o promotor José Antônio Malta Marques.
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O CRIME
Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2025, Ana Clara, de apenas 12 anos, foi brutalmente assassinada enquanto conversava com um amigo na Travessa Sagrada Família, no Centro da cidade de Maravilha. De acordo com as informações, um veículo Ônix prata se aproximou e os ocupantes desceram, atacando os dois jovens com golpes de faca.
Ana Clara – que era filha do radialista Ailton Silva – foi atingida nas costas, e a lâmina ficou cravada em seu corpo. Ela morreu no local. O amigo, de 14 anos, conseguiu fugir e foi socorrido.
Após o crime, os envolvidos retornaram às suas residências. Durante as investigações, a Polícia Civil conseguiu descobrir que o crime teria sido motivado por vingança uma vez que um dos acusados nutria interesse pela adolescente e teria sido rejeitado. Ao avistá-la conversando com outro rapaz, teria a perseguido e cometido o crime.
Um casal que estava no veículo também está sendo julgado por participação. Em maio de 2025, quatro meses após o crime, o Instituto de Criminalística de Arapiraca executou a reprodução simulada do feminicídio para esclarecer contradições entre os acusados.
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