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Alcolumbre e ministro de Lula voaram de FAB para Festival de Parintins


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usou um avião oficial da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar e curtir o Festival de Parintins, no Amazonas, em junho.

De acordo com os registros oficiais da FAB, Alcolumbre embarcou de Brasília na manhã de 26 de junho com destino a Manaus. No mesmo, seguiu para Parintins, onde pousou à tarde.

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Alcolumbre, senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB-AM), e o deputado Saullo Vianna (União-AM)

Alcolumbre e o deputado Saullo Vianna (União-AM), em Parintins
Senador e pré-candidato ao governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) recebe o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro das Comunicações, Frederico Siqueira.
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Senador e pré-candidato ao governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) recebe o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro das Comunicações, Frederico Siqueira.

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Alcolumbre, senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB-AM), e o deputado Saullo Vianna (União-AM)
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Alcolumbre, senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB-AM), e o deputado Saullo Vianna (União-AM)

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Alcolumbre e o deputado Saullo Vianna (União-AM), em Parintins
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Alcolumbre e o deputado Saullo Vianna (União-AM), em Parintins

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A aeronave transportou 12 passageiros. Entre eles, segundo apurou a coluna, estava o ministro das Comunicações, Frederico Siqueira. O ministro integra a cota do União Brasil no governo Lula.

Pelas regras para o uso de aeronaves da FAB, autoridades podem compartilhar o mesmo avião quando os voos para um mesmo destino tiverem intervalo inferior a duas horas.

A participação de Alcolumbre e do ministro foi registrada nas redes sociais pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), que publicou uma foto no Instagram recepcionando os dois.

Ao fim do festival, a comitiva retornou de Parintins diretamente para Brasília em 29 de junho. Os nomes das demais pessoas que estavam no avião, porém, não foram divulgados.

Esse foi o segundo ano consecutivo que Alcolumbre foi a Parintins de FAB. Em 2025, ele viajou acompanhando do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do então presidente do STF Luís Roberto Barroso.

O que diz Alcolumbre

À coluna, a assessoria de Alcolumbre informou que o uso das aeronaves pelo presidente do Senado “atende às recomendações de segurança e segue integralmente a previsão legal aplicável aos deslocamentos de chefes de Poder”.

“O uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) atende às recomendações de segurança e segue integralmente a previsão legal aplicável aos deslocamentos de chefes de Poder. O compartilhamento dessas aeronaves com outras autoridades também é prática institucional e ocorre de forma regular. Além disso, o presidente tem orgulho de defender, prestigiar e divulgar o Festival Folclórico de Parintins, oficialmente reconhecido como manifestação da cultura nacional, valorizando e preservando as ricas tradições culturais da Amazônia e do Brasil”, disse a assessoria em nota.

O ministro das Comunicações, por sua vez, informou que a carona que pegou com Alcolumbre está respaldada pelo decreto oficial que regulamenta o uso de aviões da FAB.

“A utilização de vagas remanescentes em voos institucionais já programados atende aos princípios de eficiência e legalidade, não gerando custos adicionais”, afirmou o ministro por meio de sua assessoria.

Regras para uso de aviões

O uso de aeronaves da FAB por autoridades brasileiras é regulamentado por um decreto de 2020, assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

Pela norma, podem solicitar aeronaves os presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal, além de ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas.

O decreto prevê que as aeronaves sejam utilizadas em casos de emergência médica, por razões de segurança ou em viagens a serviço.

Na prática, porém, autoridades frequentemente recorrem aos aviões da FAB para compromissos sem caráter oficial ou sem relação direta com o exercício do cargo.

Além dos dados sobre data, horário e destino, a autoridade deve informar a relação das pessoas que a acompanharão. Os presidente de poderes, normalmente, informam apenas o número de acompanhantes, sem divulgar nomes.





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