Veterano nas telinhas e telonas brasileiros, Antonio Pitanga tem muita história para contar, mas virou espectador por algumas horas, na noite de quinta-feira (26/3), durante o lançamento do filme Cinco Tipos de Medo, que tem Bella Campos e Xamã no elenco, no Leblon, zona sul do Rio.
Antes da exibição, o ator conversou com a coluna, com exclusividade, falou da emoção de ter sido homenageado no Globo de Ouro e aproveitou para enaltecer o cinema nacional, onde deixou seu nome registrado.
A homenagem
Durante o bate-papo, ele comentou sobre a homenagem que recebeu recentemente: “Toda a emoção porque somos fazedores de cinema. Então, eu, como participante desde a década de 50, o cinema novo, me dá o desejo sempre e a paixão. E acompanhar essa nova geração… Quando fazem homenagem a mim, estão fazendo ao cinema brasileiro”, afirmou.
E falou, com orgulho, da Sétima Arte: “O cinema que está acontecendo nessa década, nesse século, é o melhor cinema do mundo. Porque mantém descentralizado o eixo Rio-São Paulo. O Brasil faz cinema. É Pernambuco, Bahia, Minas, Maranhão, São Paulo, Rio”, enumerou, antes de completar:


Ator e diretor Antônio Pitanga
Gustavo Lucena/Metrópoles

Ator e diretor Antônio Pitanga
Gustavo Lucena/Metrópoles

Ator e diretor Antônio Pitanga
Gustavo Lucena/Metrópoles

Antonio Pitanga enaltece o cinema nacional: “Melhor do mundo”
Instagram/Reprodução

Antonio Pitanga falou sobre o cinema nacional
Instagram/Reprodução

Antonio Pitanga posa sorridente para as redes sociais
Instagram/Reprodução

Antonio Pitanga posa no estádio durante jogo da Seleção Brasileira
Instagram/Reprodução
“São várias culturas de um país de tamanho continental, que se fala do Oiapoque ao Chuí. Tem várias culturas, dos povos originários, dos povos negros sequestrados em África, do imigrante. Onde você encontra isso no mundo?”, questionou.
Lula no Carnaval
Ainda na conversa, Antonio Pitanga comentou sobre as críticas que o presidente Lula recebeu por ser enredo da escola de samba Unidos de Niterói, no Carnaval deste ano.
“Não foi ele que fez o Carnaval. Democraticamente, 12 escolas têm o direito de escolher seu enredo. Então, o Lula estava ali, como dizia Nelson do Cavaquinho, como maior estadista do mundo [para receber] ‘flores em vida’”, encerrou.


