Após melhoras clínicas, Bolsonaro sente novas dores e médicos indicam nova cirurgia


Reprodução

Um novo boletim encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta sexta-feira (17) aponta melhora clínica no quadro de saúde de Jair Bolsonaro.

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Porém, o ex-presidente segue com dores no ombro direito e recebeu recomendação médica para realizar uma nova cirurgia.

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De acordo com o documento, apesar da melhora no quadro geral, a equipe médica indicou um procedimento por via artroscópica para tratar lesões no manguito rotador e estruturas associadas. As informações são da Itatiaia.

“O paciente apresenta melhora do quadro clínico, encontrando-se apto para a realização da operação. Indico procedimento cirúrgico para fixação das lesões do manguito rotador do ombro direito e lesões associadas”, diz o documento.

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Bolsonaro enfrenta limitações físicas durante recuperação

O quadro de Jair Bolsonaro ainda apresenta limitações físicas, mesmo com a evolução clínica observada nos últimos dias.

Durante uma sessão de fisioterapia realizada na segunda-feira (16), o ex-presidente interrompeu os exercícios após relatar fadiga muscular intensa e dor na região dorsal.

“Durante a execução, na metade dos exercícios propostos, o paciente passou a relatar fadiga muscular acentuada, aumento de tensão e dor na região dorsal, quadro associado a episódio prévio de aproximadamente oito horas de soluços”, complementa o boletim.

Diante da situação, os profissionais adotaram técnicas de alívio da dor, incluindo liberação miofascial, acupuntura, laserterapia e estímulos no nervo vago. Após o atendimento, houve melhora dos sintomas, permitindo a retomada gradual de atividades leves.

Na quinta-feira (16), o ex-presidente conseguiu realizar exercícios como caminhada em esteira e uso de bicicleta ergométrica, indicando evolução funcional.

Acompanhamento médico e situação judicial

A orientação médica é manter o acompanhamento fisioterapêutico com aumento progressivo das cargas, além de seguir com estratégias para controle da dor e preparação para o procedimento cirúrgico.

No mês anterior, o ministro Alexandre de Moraes autorizou que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por 90 dias em razão do estado de saúde. Antes disso, ele esteve internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, com diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral.

A decisão teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). Atualmente, ele cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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Fonte: Gazetaweb