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Barbeiro viraliza com corte de R$ 637 e diz já ter faturado R$ 9 mil com cliente


Dr. Visagista já cobrou R$ 9 mil em corte de cabelo — Foto: Instagram

Um vídeo do barbeiro goiano Paulo Costa, mais conhecido como Dr. Visagista nas redes sociais, viralizou ao mostrar um corte de cabelo de R$ 637. O valor rapidamente dividiu opiniões entre quem considerou a cobrança exagerada e quem defendeu o preço por um atendimento especializado. ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM Segundo o profissional,…

Um vídeo do barbeiro goiano Paulo Costa, mais conhecido como Dr. Visagista nas redes sociais, viralizou ao mostrar um corte de cabelo de R$ 637. O valor rapidamente dividiu opiniões entre quem considerou a cobrança exagerada e quem defendeu o preço por um atendimento especializado.

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Segundo o profissional, o serviço inclui cabelo, barba e higienização, além de uma análise personalizada baseada em visagismo e tricologia, área dedicada ao estudo da saúde do couro cabeludo e dos fios.

“Dentro do meu atendimento, eu falo sobre tricologia, visagismo. É uma construção, não é simplesmente cortar o cabelo. Esse valor é por serviço. A galera está acostumada a chegar para fazer um corte, e não é só isso”, explica em conversa com a GQ Brasil.

A repercussão veio acompanhada de críticas. Paulo reconhece que boa parte dos comentários teve um tom negativo, mas diz que o vídeo acabou atraindo exatamente o público que buscava.

“Sei que deu uma repercussão mais para o lado negativo, de haters e tal. Mas os vídeos me trazem os clientes que eu estava procurando: clientes qualificados, milionários, que procuram um atendimento desse.”

De acordo com ele, sua clientela é formada principalmente por empresários de diferentes segmentos, pessoas de alto patrimônio e perfil discreto. “São clientes mais low profile, empresários de todos os segmentos possíveis, milionários e bilionários.”

Embora os R$ 637 tenham chamado atenção, esse não é o maior valor já cobrado por Paulo. O visagista conta que chegou a cobrar R$ 9 mil por um corte de cabelo.

“Era um bilionário que viajou o mundo inteiro tentando resolver o cabelo dele. Foi às maiores e melhores barbearias e não conseguiu. Eu resolvi o problema dele, que era praticamente uma franja caindo na testa. Ele pagou R$ 9 mil.”

Segundo Paulo, a precificação está diretamente ligada ao problema que precisa ser resolvido. “A questão é: quando você vem e traz sua dor, é em cima dessa dor que eu precifico.”

Outro ponto que o profissional destaca é a durabilidade do corte. Segundo ele, o objetivo é desenvolver um resultado que continue funcionando no dia a dia sem depender de escova, secador ou outros finalizadores.

“O corte dura de 30 a 40 dias sem precisar de escova, secador ou tomada. O cliente acorda, independentemente de onde esteja, passa a mão no cabelo e ele está pronto.”

Hoje, Paulo atende cerca de 140 clientes por mês, em uma agenda de quatro a cinco atendimentos diários. O ticket médio, segundo ele, varia entre R$ 800 e R$ 900, considerando também a venda de produtos para manutenção dos fios.

Mais do que justificar o próprio preço, Paulo afirma que seu objetivo é ampliar a percepção de valor da profissão. “A minha ideia sempre foi fazer com que os barbeiros entendessem que eles podem ser valorizados e cobrar o valor que desejarem, porque sempre vai existir quem pague por isso. Mas, claro, é preciso ter conhecimento e entrega. Eu estou sempre estudando e me qualificando cada vez mais.”





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