A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) reagiu ao vídeo em que a cantora Pablo Vittar associa a queda de 60% dos patrocínios da Parada LGBT+ de São Paulo à “onda de conservadorismo”.
“Conservadorismo não é onda, é sólido, é algo que se mantém, é a base da sociedade, é a base das famílias, é algo que vem desde os primórdios dos tempos e ficará na Terra até o planeta acabar. Onda é essa coisa de movimento lGBT, movimento gay, dos travestis que invadem banheiro das mulheres, que querem bater em mulher”, disparou a parlamentar nas redes sociais, nesse domingo (24/5).
Pablo Vittar relatou, nas redes sociais, que a redução dos patrocínios ao movimento é reflexo do conservadorismo que “afeta como as pessoas pensam e olham para a nossa comunidade”. A cantora destacou que o evento movimenta bastante dinheiro e apontou a hipocrisia de empresas.


Pabllo Vittar ostenta uma coleção de laces cumpridas e coloridas
Reprodução/Instagram

Pabllo Vittar em Brasília
Hugo Barreto/Metrópoles


“Então é muito fácil, no Mês do Orgulho, colocar bandeira colorida no ícone, trocar a foto de perfil para algo colorido, colocar a logo da sua marca com as cores da bandeira, sendo que esse apoio não é um apoio verídico, não é um apoio verdadeiro para a nossa comunidade. Cadê as marcas, que já estiveram por aí com bandeira colorida nos ícones, e esse ano não estão presentes com a gente?”, declarou Pablo Vittar.
Já a deputada afirmou que “o problema é que querem doutrinar, transformar em padrão de normalidade aquilo que é exceção, uma excepcionalidade que merece sim respeito”.



