VÔLEI
Em busca da vaga olímpica, Seleção fecha a participação contra a Argentina neste domingo (13)
O Brasil protagonizou mais um resultado positivo no Sul-Americano e segue invicto no campeonato em busca da vaga antecipada nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. Neste sábado (12), a Seleção Brasileira feminina de vôlei venceu o Chile por 3 sets a 0, nas parciais 25/13, 30/28 e 25/11. O duelo foi disputado no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
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Destaques do jogo
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Julia Bergmann foi o grande nome da partida. A ponteira saiu do banco no segundo set e comandou uma vitória dramática do Brasil na parcial. Em quadra até o fim do jogo, ela anotou 13 pontos, saindo como a maior pontuadora do duelo. Luzia, que recebeu a primeira oportunidade como titular na Seleção, também foi bem, marcando dez pontos.
Na tabela
Com quatro vitórias em quatro jogos, a Seleção Brasileira chega a 12 pontos e segue na liderança da tabela. Já o Chile, com um ponto, é o quinto colocado.
Próximos compromissos
Neste domingo (13), último dia do Sul-Americano, o Brasil fecha a participação contra a Argentina às 12h (de Brasília). Com as duas seleções invictas até aqui, o duelo valerá o título do torneio continental e a vaga olímpica antecipada. Mais tarde, às 15h (de Brasília), o Chile enfrenta o Peru.
Como foi a partida?
Primeiro set
Para a partida contra o Chile, Zé Roberto promoveu uma mudança no time titular em relação aos jogos anteriores: a central Luzia no lugar de Lorena. Os primeiros pontos do duelo foram parelhos, com as chilenas muito empenhadas na defesa. Mas o Brasil, em boa passagem de Sabrina pelo saque, abriu 7 a 3, incendiando o Maracanãzinho. Neste momento, Eduardo Guillaume parou o jogo pela primeira vez. O Chile voltou a rodar apenas no 9 a 4, quando Nielsen bloqueou Gabi. Na sequência, a Seleção seguiu impondo seu ritmo e chegou a ter 15 a 6. No 15 a 7, um desfio polêmico paralisou a partida por alguns minutos, e o ponto foi dado ao Chile. No 22 a 13, a primeira inversão de Zé Roberto: Vivian no lugar de Sabrina, e Tainara no de Roberta. Após isso, a vida do lado verde-amarelo foi fácil até fechar o set. O Brasil venceu a primeira parcial por 25 a 13.
Segundo set
O Brasil voltou para o segundo set com Julia Bergmann no lugar de Ana Cristina. A Seleção teve dificuldades para controlar o saque de Alywin no início da parcial e voltou a rodar apenas quando o serviço foi para fora – 6 a 5. Em momento de muitos erros dos dois lados, a partida seguiu acirrada no placar, mas com nível técnico abaixo, principalmente do Brasil. No 14 a 13 para o Chile, Zé Roberto parou o jogo. Na sequência, as chilenas aumentaram a distância – 16 a 13 -, e o técnico inovou na inversão, com Ana Cristina pela saída, e Vivian na distribuição. Logo na primeira bola que recebeu, a ponteira/oposta colocou para baixo. Foi dela também o ponto de empate – 16 a 16.
Quando as chilenas abriram 20 a 17, Zé desfez as mudanças. No rally seguinte, finalizado com bloqueio de Novoa para cima de Sabrina, o treinador pediu o segundo tempo técnico. A reta final foi dramática para o lado verde-amarelo, que chegou à virada apenas no 24 a 23, mas o desafio reverteu o ponto. Logo depois, Julia Bergmann salvou o primeiro de três set points para o lado chileno. Em ponto da ponteira, a Seleção fechou a parcial em 30 a 28, inflamando o Maracanãzinho.
Terceiro set
A Seleção voltou para a terceira parcial com mais uma alteração: Tainara na vaga de Sabrina. Para alívio dos torcedores, o Brasil logo impôs seu ritmo e abriu 5 a 2, em ataque para baixo de Luzia pelo meio. Contando com uma desorganização do time adversário, que passou a errar mais, a Amarelinha chegou a ter 9 a 3, momento em que Eduardo Guillaume parou o jogo. Na sequência, o time de Zé Roberto seguiu dominante, sem dar chances ao adversário. Já no 18 a 7, Helena entrou no lugar de Gabi Guimarães na rede. A ponteira virou a primeira bola que recebeu. Sem ameaças na terceira parcial, o Brasil saiu vencedor por 25 a 11.


