O deputado estadual Bruno Toledo (MDB) foi eleito nesta terça-feira (31) conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL). Ele assume a vaga deixada pelo ex-conselheiro e ex-presidente da corte de contas Fernando Toledo, que também é pai do agora conselheiro eleito.
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Bruno Toledo foi escolhido por 24 dos 25 deputados presentes, que votaram de forma secreta. Houve um voto nulo. A eleição foi conduzida pelo presidente do parlamento alagoano, deputado Marcelo Victor (MDB). Para a vaga deixada por Toledo, assume o suplente Galba Novaes.
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Bruno Toledo tem 42 anos e está em seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Foi secretário Municipal de Administração, Finanças e Planejamento de Cajueiro e já atuou na iniciativa privada. Seu pai, Fernando Toledo, e sua mãe Lucila já ocuparam cadeiras no parlamento alagoano. Foi reeleito deputado estadual com 38.070 votos.
Pela manhã os candidatos passaram por uma arguição pública conjunta promovida pelas comissões de Constituição, Justiça e Redação e de Orçamento, Finanças, Planejamento e Economia da Assembleia Legislativa de Alagoas.
Durante a sabatina, os parlamentares avaliaram as experiências profissionais dos concorrentes e discutiram temas estratégicos para o exercício da função, como a eficiência do gasto público, a adoção de medidas preventivas para evitar danos ao erário e o papel do Tribunal de Contas na fiscalização dos recursos repassados aos municípios.
Quatro candidatos participaram da disputa: o deputado estadual e bacharel em Direito Bruno Albuquerque Toledo; o advogado Antônio Marco Toledo; o promotor de Justiça Leonardo Novaes Bastos; e o contador e advogado Cícero Carlos Lins Silva. Ao final, o relatório apresentado foi aprovado por unanimidade, considerando os quatro candidatos aptos a concorrer à vaga.
De acordo com a Constituição do Estado de Alagoas, para ocupar o cargo de conselheiro do TCE é necessário ser brasileiro, ter entre 35 e 70 anos, possuir idoneidade moral e reputação ilibada, além de notório conhecimento nas áreas jurídica, contábil, econômica, financeira ou de administração pública. Também é exigida experiência mínima de dez anos em função pública ou atividade profissional relacionada a essas áreas.
Participaram ainda da reunião os deputados Inácio Loiola (MDB), Fátima Canuto (MDB), Ângela Garrote (PP), Flávia Cavalcante (MDB), Gabi Gonçalves (PP), Gilvan Barros Filho (MDB), Rose Davino (PP), Alexandre Ayres (MDB) e Remi Calheiros (MDB).



