O Manchester City se manifestou, nesta sexta-feira (2/10), em relação ao processo no qual foi culpado por violar 115 regras financeiras da Premier League. Em comunicado oficial, o clube afirmou que a ação apresenta inconsistências nas evidências, o que não traz segurança para a causa, e recorreu da condenação.
“O Clube é inocente das acusações feitas pela Premier League e existe um conjunto abrangente de provas irrefutáveis que sustentam todas as suas posições relativas a este caso. Continuaremos a respeitar o devido processo legal e, necessariamente, estamos limitados no que podemos dizer além disso até que todos os procedimentos sejam concluídos”, diz a nota.

Manchester City tentará culpar governo após condenação por violação financeira
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Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, dono do City
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O City foi acionado, nesta terça-feira (29/9), pela Premier League. Por meio da nota oficial, a liga inglesa havia informado que o clube tinha até este dia 2 de outubro para recorrer.
As possíveis sanções ainda não foram definidas. A comissão responsável pelo caso pode aplicar punições que vão de advertências e multas à perda de pontos e, em último caso, à expulsão do Manchester City da Premier League.
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do Metrópoles
Entenda o caso
As acusações da Premier League envolvem supostas irregularidades cometidas pelo Manchester City entre 2009 e 2018. O clube foi acusado de não fornecer informações financeiras precisas e de não apresentar detalhes sobre pagamentos feitos a jogadores e treinadores.
A Premier League também acusou o City de violações das regras de Fair Play Financeiro (FPF) da Uefa e dos próprios regulamentos de rentabilidade e sustentabilidade da liga.
Em fevereiro de 2020, a Uefa puniu o clube com uma suspensão de dois anos de suas competições e uma multa de 30 milhões de euros. Cinco meses depois, porém, o Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) anulou a suspensão.
O CAS entendeu que as supostas violações do Fair Play Financeiro não haviam sido comprovadas ou estavam prescritas de acordo com os regulamentos da Uefa. O tribunal, entretanto, considerou o City culpado por não cooperar com a investigação e aplicou uma multa de 8,8 milhões de libras.



